Os Diferentes Tipos de Trocadores de Calor

O Secador de Gás BGM é um equipamento que garante o resfriamento da amostra de gás e separação de umidade através do uso de trocador de calor.  Por sua vez, o trocador de calor é a parte que entra em contato com o gás de amostra, disponível em três tipos de materiais, possibilitando a secagem dos mais diversos tipos de gases sem contaminá-los e suportando a agressividade do meio.

O trocador de calor do Secador de Gás é construído em aço inox, vidro ou PVDF, cada qual com o número de passos e serpentinas conforme demanda do processo. A escolha do material do trocador não só implica no melhor funcionamento do equipamento, como também no valor de investimento necessário. Por exemplo, enquanto fornecedores europeus conseguem fornecer o trocador de vidro a um custo mais acessível, no Brasil temos esta facilidade com o componente em aço inox – ambos com a mesma aplicação.

Portanto, para acertar em qual material utilizará para o trocador de calor do seu Secador de Gás, leve em consideração os gases do processo que entrarão em contato com o material e qual o melhor custo-benefício para sua empresa, além de sempre consultar a equipe especializada BGM.

Leia Mais

Como Um Sistema de Análise de Gás Contribui Para Reduções de Emissões Atmosféricas?

Um sistema de análise de gás não é um equipamento que reduz diretamente as emissões de um processo industrial, porém é seguro, capaz de verificar e registrar o que é emitido na atmosfera, permitindo a verificação  dos parâmetros permitidos pelas normas ambientais, tais como as do CONAMA. 

Trabalhamos com a Premissa de que para reduzir as emissões na atmosfera é preciso medi-las, assim a medição e análise dos gases lançados na atmosfera é o primeiro passo de um processo de redução e tratamento das emissões.

Os Sistemas de Amostragem e Análise de gás desenvolvidos pela BGM são compostos por um conjunto de  componentes que visam extrair, condicionar e analisar uma amostra de gás a partir de um determinado processo de produção. Desse modo, o Cliente poderá otimizar e monitorar o seu processo, bem como aferir por meio de análises específicas os índices de interesse resultantes do mesmo. Essa tecnologia contribui para aumentar a segurança do processo, evitando danos permanentes ou possíveis avarias nos equipamentos

Não possuir um bom equipamento para medir, gera impossibilidade de controle das emissões, colocando o processo em condições inseguras para o ser humano, além do desperdício de matéria prima.

Para um processo sustentável de fato, um sistema de análise de gás se torna indispensável.

 

Leia Mais

Como escolher um rotâmetro corretamente para o seu processo?

Primeiramente, deve-se compreender o funcionamento do rotâmetro. Em seu interior há um tubo cônico com uma bolinha desprendida. A vazão, entrando por baixo, faz com que esta bolinha fique suspensa, desobstruindo a passagem do gás e, com seu determinado peso, indica na escala previamente estabelecida o valor da vazão em 1bar absoluto a 20°C.

Entende-se que, percorrendo o processo, há perda de carga e faz-se uma certa vazão chegando à bomba. Esta é medida em litros por minuto. Então há uma simples conta a ser realizada. Tomando, por exemplo, uma vazão de 21 l/min:

            21 (l) * 60 (min) = 1260 (l/h)

            Os rotâmetros têm especificações quanto à vazão que suportam (10 – 100, 25 – 250, 50 – 500, 800 – 1800 etc.). Portanto, visto o resultado da multiplicação, é fácil saber qual utilizar, que no caso do exemplo seria o de 800 – 1800 l/h.

Leve em conta que, durante a pressurização, a pressão comprime o gás, portanto é raríssimo ter tamanha vazão como no exemplo dado. Na grande maioria dos Sistemas de Análise um rotâmetro de 50 – 500 l/h funciona perfeitamente.

Conheça mais sobre nossos rotâmetros

Leia Mais